16 de abr de 2013

SINAIS DA NOVA ERA - Divaldo Franco


COMO SERÃO OS SINAIS DA NOVA ERA? HÁ UMA DATA PARA QUE ESTA NOVA ERA ACONTEÇA?


Entidades nobres estabelecem entre os anos 2050 à 2058. Mas, Espíritos Superiores não se fixam em datas, porque elas dependem do comportamento dos indivíduos, do livre arbítrio. E quanto aos sinais, eles aí estão. Crianças privilegiadas, sempre houve, mas não na quantidade que hoje encontramos. Crianças especiais portadoras de um elevadíssimo Q.I., não somente do Quociente Intelectual, mas do emocional. Crianças que recordam vidas passadas, que dão aulas em universidades entre 8 e 12 anos. Crianças como a que está na Russia e que sensibiliza a opinião pública, dizendo que vem de outra dimensão. Criança como o notável compositor americano que ouve três tipos de música ao mesmo tempo e as compõe. Crianças dentro da nossa família com uma vivacidade, com sentimento de ternura, com desejo de aprender e saber. Mas, infelizmente, do outro lado o caos. Nunca a crueldade apresentou-se fria e perversa como nos últimos tempos. Onde matar já não basta. Eles querem matar de maneira que choque e aterrorize a sociedade. Então, estes são os sinais.

Observação de Rudymara: Espíritos missionários estão chegando ao nosso planeta, através da reencarnação. E, Espíritos rebeldes estão tendo oportunidade de escolher viver o bem ou o mal. Os que escolherem o mal, não reencarnarão mais aqui. Neste meio tempo,  onde uns chegam e outros saem, onde haverá a separação do joio e do trigo, ou seja, nesta peneira simbólica que o Cristo previu que aconteceria no final dos tempos, nos depararemos com "a violência, a sensualidade, a abjeção, os escândalos, a corrupção atingirão níveis dantes jamais pensados, alcançando o fundo do poço, enquanto as enfermidades degenerativas, os transtornos bipolares de conduta, as cardiopatias, os cânceres, os vícios e os desvarios sexuais clamarão por paz, pelo retorno à ética, à moral, ao equilíbrio(...)
“Como em toda batalha, momentos difíceis surgirão exigindo equilíbrio e oração fortalecedores, os lutadores estarão expostos no mundo, incompreendidos, desafiados por serem originais na conduta, por incomodarem os insensatos que, ante a impossibilidade de os igualarem, irão combatê-los, e padecendo diversas ocasiões de profunda e aparente solidão... Nunca, porém, estarão solitários, porque a solidariedade espiritual do Amor estará com eles, vitalizando-os e encorajando-os ao prosseguimento (...)”



(O trecho em negrito foi retirado do livro Transição Planetária)






ESPORTE VIOLENTO




O MMA, no início (1990), não teve muita força no Brasil. O esporte sempre foi considerado violento demais e marginalizado. Mesmo com a profissionalização, ele ainda não havia caído na graça dos brasileiros e só era transmitido pelos canais fechados. O UFC Rio (2011), foi transmitido em rede aberta pela RedeTV, chegando a ocupar o primeiro lugar de audiência no país. Com o sucesso do evento no Rio de Janeiro, começou a briga das emissoras de TV pelo direito de transmissão do evento. Depois de uma disputa acirrada a maior e mais rica emissora do país levou a melhor: Rede Globo. Agora, com o poder de alcance da emissora o “esporte” ganhou uma enorme audiência, infelizmente. Ela insufla o ódio, a revanche, o revide, o duelo, enfim, tudo que estamos querendo exterminar de nosso planeta: A VIOLÊNCIA. Vemos pessoas de todas as idades nas redes sociais torcendo para que um lutador mate o outro. Onde as religiões estão falhando? O que elas estão ensinando ou deixando de ensinar ao seus seguidores? O que estamos querendo para nossas famílias? Para nossos jovens? Para nossa vida? Estamos sendo coerentes? Vemos pessoas postando ótimos ensinamentos de todas as religiões, onde dizem amar Jesus, que Ele sofreu por amor a nós, etc. e, juntamente, torcendo para brigas no MMA. O que mostra que ainda não estamos entendendo os pedidos de Jesus. Não estamos buscando saber o que Ele espera de nós. “Bem-aventurados os mansos e pacíficos....” ; "Paz na Terra aos Homens de boa vontade", são ensinamentos que ouvimos desde que Ele chegou aqui. O violento não é só aquele que luta ou pratica um ato de violência, mas é também aquele que incentiva e gosta de violência. Mas, mais uma vez estamos deixando a mídia televisiva nos manipular. Quando entenderemos que violência e cristianismo não combinam? CHEGA DE VIOLÊNCIA, CRISTÃOS!



Rudymara

SABER SOFRER - Richard Simonetti



Na extensa fila de recém-desencarnados, à espera de uma definição quanto ao seu futuro, dois Espíritos conversavam sobre suas experiências.
-Fui casado, deixei esposa e dois filhos.
-Interessante, eu também.
-Tive câncer no estômago.
-É muita coincidência. Foi o mal que me matou.
-Então sabe como é sofrido esse final de existência.
-Nem me fale!
-Lutei por três anos contra a doença, submetendo-me a tratamentos diversos.
-Sei bem o que é isso. Também penei por três anos.
-Desencarnei relativamente novo, com apenas 63 anos.
-Parece brincadeira! É o cúmulo da coincidência, porquanto também estou retornando nessa idade.
-Incrível! Duas biografias idênticas!
-Verdade. Não sei para onde vamos, mas certamente estagiaremos, no mesmo lugar, que há de ser bom. Jesus ensinava que os sofredores estão destinados ao céu.
-Deus o ouça!
A fila andou. Viram-se os gêmeos nas dores, diante de São Pedro, na portaria do Além.
Após examinar detidamente a ficha do primeiro, o porteiro celeste o convidou a tomar o elevador sideral e subir para o Céu.
O segundo, animado, preparou-se para idêntico destino.
Para sua surpresa o santo determinou:
-O elevador irá para baixo, levando-o ao purgatório.
O condenado logo reclamou:
-Creio haver um engano. Meu companheiro tem ficha absolutamente idêntica à minha. Sofreu o mesmo que eu e foi para o Céu.
São Pedro, imperturbável informou:
-Sim, mas há um detalhe. Ele nunca reclamou.


Esta pequena alegoria ilustra a afirmativa do Espírito Lacordaire, no cap. V, item 18, de O Evangelho segundo o Espiritismo:
“Quando Cristo disse: “Bem-aventurados os aflitos, porque deles é o Reino dos Céus”, não se referia aos sofredores em geral, porque todos os que estão neste mundo sofrem, quer estejam num trono ou na miséria, mas ah!, poucos sofrem bem, poucos compreendem que somente as provas bem suportadas podem conduzir ao Reino de Deus...”
O mentor espiritual está dizendo com todas as letras que não basta sofrer para habilitar-se a futuro feliz. É preciso sofrer com “finesse”, sem murmúrios, sem queixas, sem revolta nem desespero. Imaginemos o paciente revoltado, neurótico, conturbando o relacionamento familiar, criando confusão, e teremos uma idéia sobre o assunto. Não está resgatando dívidas. Apenas as amplia, infernizando os familiares. Há enfermidades que guardam função de “depurativos da alma”, servem de válvulas de escoamento de impurezas espirituais. Põem para fora os desajustes que provocamos com comprometimentos morais em existências anteriores. Para que nos recuperemos sem delongas, é fundamental evitarmos sentimentos negativos, expressões de revolta e inconformação, que recrudesce o mal sem reduzir o desajuste. Geram dores que não redimem. Apenas prolongam nossos padecimentos.

"O ESCÂNDALO É NECESSÁRIO..." - disse Jesus


Por que Jesus disse que “O ESCÂNDALO (MAL) É NECESSÁRIO, MAS AI DAQUELE POR QUEM O ESCÂNDALO (MAL) VIER”?  

Quase todos nós nos encontramos neste mundo por causa do “escândalo”(mal) que praticamos no passado. É justo e necessário que passemos pelo mesmo “escândalo” (mal), como expiação, prova ou aprendizado. Afinal, “O plantio é livre, mas a colheita obrigatória.” Mas, isto só acontece porque ainda não praticamos o amor ensinado por Jesus. Só “o amor cobre multidão dos pecados.” Mas, apesar do escândalo (mal) ser necessário como forma de resgate em nossa vida, ninguém deve ser o justiceiro ou o escandaloso (maldoso) que nos fará resgatar. Joanna de Ângelis disse que: “Por mais que alguém se veja dilacerada nos sentimentos por deslealdade ou infâmia de outrem, não tem o direito de erguer a clava do desforço para aplicá-la, tornando-se cobrador impenitente. Os soberanos Códigos da Justiça dispõem de mecanismos hábeis para regularizar os conflitos e os atentados às Leis, sem gerar novos devedores, e conforme muito bem acentuou Jesus, “o escândalo é necessário, mas ai do escandaloso.” Ninguém tem o direito de tornar-se ímpio regularizador das Leis de harmonia, utilizando-se dos próprios e ineficaz meios.”

Observação de Rudymara: Se alguém matar ou ferir alguém a facadas na região do estômago, ninguém precisa dar facadas no assassino para que este pague pelo crime. Ele poderá resgatar, por exemplo, com um câncer ou uma úlcera na região que lesou o esfaqueado. E, o esfaqueado não deve se tornar um obsessor com sede de vingança na vida de quem o feriu ou retirou sua vida física. Senão terá que responder pelo desajuste que causar ao seu agressor. Isto serve também aos que são feridos no orgulho que, muitas vezes, acham que estão buscando a Justiça quando na verdade estão buscando a vingança.

A IMPORTÂNCIA DO OUVIDO.



Nas vésperas da reencarnação, sou estimulado a falar de minha falência espiritual.
Instrutores e guardiães recomendam-me destacar A IMPORTÂNCIA DO OUVIDO.

Pedreiro modesto, órfão de mãe desde a meninice, casei por amor, embora contra os planos de meus irmãos, que escolheram noiva diferente para mim. Meu pai ficou ao meu lado apoiando na escolha. Durante seis anos a hostilidade familiar contra minha mulher não diminuiu. Alice, a companheira inexperiente, proporcionou-me 2 filhos queridos, quando se engravidou pela terceira vez. Nessa época, o veneno já me corroia a confiança. Diziam que um amigo nosso de infância seria o responsável pelos supostos deslizes da minha esposa. Os interessados em nossa desunião provocavam falsos testemunhos, bilhetes anônimos e difamações acabaram por arruinar-me.
Discutimos.
Acusei-a, defendeu-se.

Chorou, zombei . . .
E, para fiscalizar-lhe a conduta, transferi-me para a casa de meu pai, ameaçando tomar-lhe as crianças, através do desquite. Para isso, porém, queria provas, tinha fome de confirmações do inexistente.
Meu pai surgia conciliador dizendo:
- Meu filho, paternidade é compromisso perante Deus. Você não tem direito de proceder assim. Onde está a caridade para com a esposa ingênua? Mesmo que ela errasse, constituiria isso motivo para uma sentença de abandono implacável? Há comportamentos ditados por desequilíbrios espirituais que não conhecemos na origem. Pense nas tragédias da obsessão que campeiam no mundo. E os pequeninos? Terão eles a culpa de nossas perturbações? Recorramos a prece, meu filho! A prece nos clareará o caminho.
Eu ficava em silencio, ao ouvir suas advertências, mas, no íntimo, articulava minhas respostas íntimas: "orarei pela boca do revolver", "pobre pai", "bobo de velho com 66 anos", "cabeça tonta", "caduco", "fanático".
E, noite a noite, vigiava, de longe, os movimentos de Alice.
Duas semanas decorreram normais, quando vi o vulto de um homem que saía de nossa casa. Achei que fosse o rival. Guardei segredo e prossegui na tocaia. Mais 4 dias e o mesmo homem chegou de carro, despediu-se do motorista e entrou. Puxei o relógio. 11h:15m, noite quente.
Prevenido, acerquei-me da moradia, que se localizava em subúrbio. Os dois pareciam íntimos à distância, notei que se acomodavam num banco de pedra do pátio lateral. Conversavam sugerindo carinho mútuo. Desvairado, consultei o portão de entrada, verificando-o semi-aberto. Acesso fácil. Com a sagacidade de um felino, avancei, descarregando a arma nos dois. Ouvi gritos, mas ocultei-me na vizinhança, para fugir em seguida, senti-me vingado. Tentando refrigerar a cabeça, procurei descansar algumas horas em praias deserta. Joguei o revólver no esgoto e voltei a casa para saber, amedrontado, que eu não apenas assassinei minha esposa, mas também meu abnegado pai que a socorria. Não acreditei. Corri ao necrotério e, ao reconhecê-los, tornei ao lar, atormentado pelo remorso, e enforquei-me. Exilado por minha própria crueldade, em vales tenebrosos, nunca mais vi os que amo.
Vocês entendem o que sofro? Quantos anos passaram sobre os meus crimes? Não sei. Os que choram sem o controle do tempo não sabem contar as horas. Misericórdia, meu Deus! Dai-me a reencarnação, os obstáculos da Terra, a luta, a provação e o esquecimento, mas ainda que eu padeça humilhação e surdez, durante séculos, permiti Senhor, que eu aprenda a escutar! . . .



Pelo Espírito: João; do livro Luz no Lar; psicografia de Chico Xavier

11 de abr de 2013

CRISTÃO DENTRO E FORA DA CASA RELIGIOSA.



A Jornada Mundial da Juventude (católica), que acontecerá no Rio de Janeiro, em julho de 2013, deverá reunir 4 milhões de jovens de todo o mundo durante uma semana. Os jovens querem pedir respeito à vida.
Nós espíritas ficamos felizes ao ver os jovens reunidos por uma causa tão nobre e necessária. Mas, as religiões cristãs em geral precisam, urgente, informar os jovens católicos, protestantes, espíritas que, o "RESPEITO À VIDA”, vai além de uma passeata ou reunião. O aborto, por exemplo, é desrespeito à vida de quem está para nascer, e o sexo desregrado (comum nas baladas jovens) é um desrespeito ao próprio corpo físico. O violento não respeita a vida alheia porque, geralmente, motivado por sentimentos contrários aos ensinados pelo Cristo se vingam, revidam agressões, traem, etc. O usuário de drogas (comum entre os jovens) não respeita sua própria vida porque lesa sua saúde e a do próximo, pois ficam violentos na abstinência. Quando não tem dinheiro para sustentar o vício, rouba, mata, assalta e estimula o tráfico que mata de maneira direta e indireta causando transtorno à sociedade e família. Os que compram produtos roubados não respeitam a vida porque estão incentivando o roubo, o assalto que pode vir seguido de morte. Têm cristãos desrespeitando vidas no trânsito, nos estádios de futebol, sem respeito pela vida dos animais, pois muitos incentivam a briga de galo, vibram nos rodeios, nas touradas, prendem aves em gaiolas, abandonam cães e gatos em estradas, vibram com as lutas do MMA, formam grupos que querem impor seu modo de pensar, agir, seu gosto musical, seu modo de vestir, etc., sem respeitar os que pensam, agem e são diferentes (gordos, magros, usuários de óculos, os estudiosos, os negros, os homossexuais, etc). O que vemos também é jovem fazendo uso da “inocente” bebida alcoólica nas festas da família, nas baladas e até mesmo nas festas religiosas. Se queremos pregar respeito à vida, precisamos rever nossa posição no mundo. Não podemos achar que bebida alcoólica é algo inocente. As pesquisas afirmam, há muito tempo, o contrário. Como vemos, há jovens e adultos cristãos com dois comportamentos: um dentro da casa religiosa e outro fora dela. Onde as religiões estão falhando? Infelizmente muitas pessoas ainda não estão entendendo a proposta de Jesus. Acham que participando do que a religião pede, tipo "passe", "sopa", "mocidade espírita", batismo, missa, culto, etc, já cumpriram sua obrigação cristã. E fora da casa religiosa se permitem a todos os desregramentos achando que Deus não está vendo ou se está não se importa porque já fomos a casa religiosa e realizamos os cultos externos. Ora! Não nos enganemos. Respeito à vida é ação, é atitude, é mudança de comportamento, é a reforma íntima. É não fazer, de maneira direta ou indireta, aos que convivem conosco neste planeta o que não queremos que eles nos façam. Sejam eles próximos ou distantes, um vegetal ou um animal.
Aos espíritas, que acreditam na reencarnação podemos dizer que "a quem muito foi dado, muito será cobrado." O corpo físico é patrimônio que Deus elaborou para servir de veículo ao Espírito nas suas variadas reencarnações. É com ele que o Espírito pratica seus conhecimentos e vive experiências necessárias, melhorando-se dia-a-dia. Assim, devemos ter para com nosso corpo um carinho e uma atenção especial, zelando e ofertando-lhe o que de melhor a natureza pode lhe dar. Daí o necessário repúdio as drogas, desde as mais simples, como o cigarro e a bebida alcoólica, até as mais graves; daí também o cuidado com a higiene; com a alimentação e os sentimentos equilibrados, enfim, com a saúde do corpo. Como disse Joanna de Ângelis no livro “Dias Gloriosos”: “Todo corpo físico merece respeito e cuidados, carinho e zelo contínuos, por ser a sede do Espírito, o santuário da vida em desenvolvimento.”



"Alegra-te, jovem, na tua juventude... Recreie-se o teu coração nos dias de tua mocidade... Anda pelos caminhos que satisfazem ao teu coração e agradam teus olhos. Saiba, porém, que de todas estas coisas Deus te pedirá conta." (Eclesiastes)
Que todos nós (família, escola, casas religiosas) nos mobilizemos na divulgação dessa educação através da palavra escrita, falada e exemplificada. O bom tem que deixar de ser tímido para que o mal deixe de ser audacioso e desapareça.



Texto de Rudymara

DEUS OUVE TODAS AS PRECES?


Jesus nos afirmou: “Aquilo que pedirdes pela prece vos será dado.”

Deus ouve todas as preces. E responde a todas elas. Mas, Sua resposta, nem sempre é como queremos, mas com certeza é como necessitamos receber. Deus sabe que, às vezes pedimos coisas que irão nos prejudicar. Veja este exemplo:

“Um homem estava perdido num deserto, sentia muita sede, chegando a cair no chão. Então, ele orou pedindo ajuda a Deus, mas ninguém apareceu para dar-lhe água. Porém, um Bom Espírito lhe sugere, pelo pensamento, a seguir em determinada direção. O homem andou por esse caminho que havia sido inspirado pelo pensamento, e chegando a uma elevação do terreno, avistou um riozinho . . .”
 
Observação de Rudymara: A prece chega até os Espíritos (trabalhadores de Deus) pelo pensamento. Mas, não esperemos que eles venham e resolvam nossos problemas. Eles apenas mostram o caminho, nos fortalecem para que não desanimemos, o resto fica por nossa conta. A prece não precisa ser longa, com palavras difíceis e frases decorativas. Basta um pensamento sincero. A prece não deve ser apenas para pedir coisas materiais, mas deve ser para pedir o fortalecimento diante da dor, dos problemas, etc., e para agradecer as bênçãos que Deus nos concede todos os dias, e que nos auxilia na busca destas coisas: espirituais e materiais. Por isso, lembremos sempre a frase da oração Pai Nosso que diz: “seja feita a Vossa vontade . . .”

CONFUSÃO ENTRE ESPIRITISMO E OUTROS CULTOS - J. Raul Teixeira


CENTRO ESPIRITUALISTA














CENTRO ESPÍRITA


















Por que no Brasil se confunde Espiritismo com cultos africanistas, com terreiros e coisas assim?

Raul Teixeira responde: Isso se deve ao fato de termos um grande contingente de pessoas que desconhecem o que seja o Espiritismo e que não se interessam, nem desejam saber o que realmente ele é. Muitos espalham informações sobre o Espiritismo de acordo com o que supõem que seja, demonstrando grande dose de leviandade ou de má intenção. Ainda que o Espiritismo e, por sua vez, os espíritas, não tenham nada contra as práticas e crenças africanistas, é importante que cada coisa esteja no seu lugar, facilitando até a busca e o enquadramento das criaturas que estão procurando novas propostas de vida. Somente por meio das leituras sérias e dos estudos metódicos se conseguirá desfazer a confusão que gera tantos mal entendidos entre os espiritualistas.

  

OBSERVAÇÃO: Nós espíritas pensamos o seguinte: Espíritos que pedem charuto, bebidas alcoólicas, comida, sangue de um irmão inferior (animal) ou mesmo humano, que participam de trabalhos de vingança ou outra maldade qualquer, precisam de esclarecimento cristão. Eles ainda estão apegados à coisas materiais e sentimentos inferiores. Seria incoerente falarmos de Jesus e nos propor fazer maldade seja lá a quem for. Como podemos pedir ajuda a quem precisa de ajuda? Se Espíritos resolvessem problemas, Chico Xavier, que foi muito mais merecedor que muitos de nós, não teria sofrido com doenças e problemas. Já que vivia em contato direto com eles. Então, sigamos o conselho do apóstolo Paulo:"Não creiais em todos os espíritos, mas examinai se eles são de Deus." (João 4:1). Paulo sabia que todos os Espíritos são de Deus, mas o propósito de alguns não são divino. Por isso, precisamos ter cuidado para não nos confundirmos, não nos aliarmos, não incentivarmos, não nos comprometermos com a lei divina. O Espiritismo é uma doutrina sem sacerdotes, sem dogmas, sem rituais, não adota em suas reuniões e em suas práticas qualquer tipo de paramentos ou vestes especiais (as vestes brancas devem ser as que nos cobrem o espírito e o nosso perispírito); não utilizamos sal grosso, plantas, amuletos, etc. (porque o nosso coração é nosso escudo, quando nele mora o amor); não adotamos cálice com vinho ou bebidas alcoólica (os espíritas não devem alimentar o vício do álcool nem do fumo, porque precisamos estar lúcidos para apreciar a beleza da vida); não utilizamos incenso, mirra, velas (porque são coisas materiais e nós usamos a prece para nos sustentar o espírito); não temos altares, imagens, andores, procissões, pagamento pelos trabalhos espirituais, talismãs, sacrifício animal, santinhos, administração de indulgências, confecção de horóscopos, exercício da cartomancia, quiromancia, astrologia, numerologia, cromoterapia, pagamento de promessas, despachos, riscos de cruzes e pontos, não temos curas espirituais com cortes, orações milagrosas para resolver problemas sentimentais, financeiros, etc.
Atenção: este espaço não é para criticar qualquer prática de outra religião. É apenas para esclarecer a maneira que nós espíritas pensamos e agimos.

O ÓBVIO - Chico Xavier.



Certa vez, um amigo abordou o médium Chico Xavier e lhe perguntou:
- Chico, em sua opinião, qual é o homem mais rico?
- Para mim, - respondeu ele, - o homem mais rico é o que tenha menos necessidades.
Arriscando nova pergunta, o companheiro quis saber:
- E o homem mais justo e sábio?
Com o fraterno sorriso de sempre, ele voltou a responder:
- O homem mais justo e sábio é o que cumpre com o dever.
- Mas – voltou a insistir o homem, certamente querendo uma resposta ou revelação diferente – o que você está me dizendo é o óbvio!
Sem parar o que estava fazendo e, com a espontaneidade de sempre, Chico terminou dizendo:
- Meu filho, tudo que está no Evangelho é o óbvio! Não existem segredos nem mistérios para a salvação da alma. Nada mais óbvio que a verdade! O nosso problema é justamente este: QUEREMOS ALCANÇAR O CÉU, VIVENDO FORA DO ÓBVIO NA TERRA! 



O querido médium da paz, na sua humildade de sempre, mostrou excelsa sabedoria ao apontar uma característica humana dos dias atuais: a de complicar o que é extremamente simples.
Assim criamos fórmulas, palavras mágicas, receitas e esquemas mil, para entender o que sempre esteve tão claro nas palavras do Evangelho.
Por vezes, parece que a fuga do óbvio é fuga da responsabilidade.
Responsabilidade de quem já sabe o que deve fazer, de quem já tem o conhecimento, mas deixa a ação, a mudança, a renovação sempre para amanhã.
Por que relutamos tanto em entender o óbvio? Será entendimento o que falta? Acreditamos que não. Nossa geração já tem entendimento e inteligência suficientes.
O que falta é o movimento interior da mudança, de deixar as paixões negativas para trás.
Viver de acordo com as lições de um mestre, como Jesus, não é ser fanático religioso, extremista e cego. Não, de forma alguma. O verdadeiro cristão é discreto, porém atuante e firme nas ações.
Não enxerguemos Jesus como um santo, inatingível, que serve apenas para ser adorado. Já passamos desse tempo.
Hoje é tempo de vê-lO como um exemplo, um referencial, num mundo onde as referências são tão pueris.
A lição do Evangelho é o óbvio. O óbvio tão necessário para acalmar nossas almas angustiadas com as incertezas do mundo.
É via segura à nossa frente, conduzindo à tão sonhada felicidade.



Redação do Momento Espírita

REVOLTADO COM DEUS - J. Raul Teixeira




J. Raul Teixeira fazia uma palestra na cidade de Nova York, cujo tema era: DEUS.
No final, pessoas fizeram perguntas. Uma delas foi um homem, brasileiro, de Juiz de Fora, onde ele e a esposa foram para lá trabalhar. Ele não fez perguntas, apenas afirmou que não concordou com nada que Raul havia falado. Raul disse:
- O senhor tem todo direito de não concordar. Mas eu gostaria de saber por quê?
 Respondeu o homem:
- Eu vim para cá para organizar minha vida. Eu, minha esposa e minha filha recém nascida. Mas, com 3 anos de idade minha filha morreu. O senhor acha que eu posso crer em Deus? Agora minha mulher voltou para Juiz de Fora e eu fiquei aqui porque minha filha está enterrada aqui.
- Desde quando o senhor está brigado com Deus?
- Desde que minha filha morreu. Como é que Deus faz isso comigo?
- Com que idade o senhor está?
- Com 43 anos.
- Me desculpe, mas o senhor é egoísta. Nestes 43 anos quantas crianças o senhor Já viu morrer?
- Não sei! Muitas...
- Então, nesses 43 anos, quando Deus matava os filhos dos outros o senhor adorava Ele? E quando foi a vez da sua filha Ele já não presta? Reflita meu amigo. O senhor está causando um problema à sua filha, que veio à Terra e resgatou o que devia e já voltou. Sua mulher fez o que devia e voltou para a cidade dela e continua trabalhando como médica e o senhor fica aqui agarrado aos despojos que não são sua filha, são os elementos que sua filha se utilizou para avançar. O senhor vai ficar cada vez mais longe de sua filha, porque ela deve estar acompanhando a mãe que foi trabalhar no bem. E o senhor aqui revoltado com Deus vai adoecer, enlouquecer numa cidade que ninguém o ama e conhece.
O homem começou a chorar copiosamente. Todos no salão ficaram calados. Depois que ele chorou bastante disse:
- É verdade. A minha filha, antes de ser minha filha é filha de Deus. E se Deus já levou tantas filhas e filhos Dele, por que não levaria a que veio aos meus braços?
Mais tarde, Raul soube que o homem havia voltado para o Brasil.

 

Quando Cristo disse: “Bem-aventurados os aflitos, porque deles é o Reino dos Céus”, não se referia aos sofredores em geral, porque todos os que estão neste mundo sofrem, quer estejam num trono ou na miséria, mas ah!, poucos sofrem bem, poucos compreendem que somente as provas bem suportadas podem conduzir ao Reino de Deus.
Ficar reclamando, lamentando, choramingando, revoltado, “culpar Deus e o mundo”, não lutar e desanimar, descontando a dor nos outros não é uma boa forma de sofrer. Além do nosso sofrimento fazemos quem amamos sofrer também.
Deus é Justo e bom, se Ele permite dores e sofrimentos é porque existe uma razão ou uma causa justa.
Quando aceitamos as aflições sem ódio, mágoa ou revolta, ainda que choremos por desabafo, este é o bem sofrer. É preciso ter coragem para enfrentar os problemas quaisquer que eles sejam, pois, na realidade, são conseqüências de nossas atitudes menos felizes nas vidas passadas, ou então são necessárias á nossa própria evolução. 
A prece é um sustentáculo da alma, mas não é suficiente por si só: é necessário que nos apoiemos numa fé ardente na bondade de Deus. Temos ouvido freqüentemente que Ele não põe um fardo pesado em ombros frágeis. O fardo é proporcional às forças, como a recompensa será proporcional à resignação e à coragem. A recompensa será tanto mais esplendente, quanto mais penosa tiver sido a aflição. Mas essa recompensa deve ser merecida, e é por isso que a vida está cheia de tribulações.
Dizer que amamos Deus quando tudo corre bem em nossa vida é fácil. 

PRECE PARA OS MOMENTOS DE AFLIÇÕES.

 


Deus Todo-Poderoso, que vê as nossas misérias, tenha a bondade de ouvir o pedido que faço ao Senhor neste momento. Se for inconveniente o meu pedido, me perdoe; mas, se for justo e útil aos Seus olhos, que os Bons Espíritos, executores de Seus planos, venham ajudar-me na sua realização. Como quer que seja, meu Deus, seja feita a vossa vontade. Se os meus desejos não forem atendidos, é que o Senhor deseja me experimentar, e me submeto sem murmurar. Faça que eu não me desanime de maneira alguma, e que nem a minha fé, nem a minha resignação sejam abaladas. (Formular o pedido)



Observação: Podemos solicitar a Deus benefícios terrenos, e Ele pode nos atender, quando tenham uma finalidade útil e séria. Mas, como julgamos a utilidade das coisas segundo a nossa visão imediatista limitada ao presente, geralmente não vê o lado mau daquilo que desejamos. Deus, que vê melhor que nós, e só deseja o nosso bem pode então nos recusar o que pedimos, como um pai recusa ao filho aquilo que pode prejudicá-lo. Se aquilo que pedimos não nos é concedido, não devemos nos abater por isso. É necessário pensar, pelo contrário, que a privação nesse caso nos é imposta como prova ou expiação, e que a nossa recompensa será proporcional à resignação com que a suportamos.



(O Evangelho segundo o Espiritismo, cap. XXVIII, item 26)

PROFECIA NA VISÃO ESPÍRITA - J. Raul Teixeira



O que é uma profecia?  Dá para prever o futuro?
Raul Teixeira: Uma profecia é uma atitude através da qual desvenda o porvir, desvenda o futuro.
A mente humana tem esta possibilidade, parapsicologicamente falando, de registrar, de captar, algo que ainda vai acontecer, o que nós chamamos de futuro. E de registrar coisas que já ocorreram. Então a parapsicologia chamaria isso de retrocognição quando nós conhecemos o passado, pré-cognição quando nós conhecemos o futuro, e cognição que é o conhecimento da atualidade.
E ao longo da história dos homens, muitas foram as criaturas que demonstram ter esta habilidade, este canal aberto para determinadas sutilezas e captações. E a isso se chamou de profetismo, e profecia a atitude do profeta. O que hoje chamamos de paranormal, sensitivo ou de médium. Mas nós encontramos, por exemplo, nos textos bíblicos como profeta. Eles não falavam somente sobre coisas que viriam acontecer, mas falavam coisas da vida das pessoas.

No acidente da GOL, uma menina estava brincando e de repente disse: "O AVIÃO DO PAPAI EXPLODIU". O que é isso?
Raul Teixeira: Isso é uma profecia. Não é uma profecia quanto ao futuro, é quanto ao atual, é uma cognição. Porque o profetismo se caracteriza por este registro paranormal. Não é uma coisa que a pessoa leu num texto, que ouviu alguém falar, é algo que nasce na mente dela, brota na sua intimidade, que ela intui e que acontece, aconteceu ou acontecerá. Daí então, no momento do acidente que estava para ocorrer, a mensagem se espalhou pelo Cosmo, e quem estivesse com a sua antena naquela sintonia, seria capaz de registrar. É como se fossem rádios amadores captando as ondas do Espaço.

Como o profeta recebe esta profecia?
Raul Teixeira: Existem dois tipos de profecia. A profecia mediúnica: quando uma entidade espiritual chega para o médium e diz: "amanhã vai chover ás 3h da tarde." Esta informação ocorre porque este Espírito é conhecedor da meteorologia, ele tem conhecimento que as massas frias, estão se acumulando em tal lugar e dentro de tantas horas haverá chuva. Por que o Espírito diria isso? Raul Teixeira: Porque deve haver algum interesse. Ex.: não viaje; suspenda a festa neste lugar; não levem as crianças para tal ponto. É como aconteceu com José, quando o Espírito veio avisá-lo para fugir com o menino, por causa da sanha que Herodes iria aprontar. Então era uma premonição mediúnica, era um Espírito dizendo para alguém. Mas pode ser, que não seja mediúnica, seja uma profecia anímica (da própria alma do profeta). Há pessoas que tem a mente ativa, e a mente ativa é como um radar que vasculha o ambiente psíquico ao qual está vinculado. E tudo o que vai ocorrer na humanidade está circulando nestas ondas de "herts", está espalhado neste Cosmo. Para os Espíritos superiores não há nenhuma novidade que eles não saibam que vai ocorrer dentro dos destinos da humanidade. 

O profeta pode ser enganado por um Espírito?
Raul Teixeira: Pode, e ocorre muitas vezes. Porque há muitas pessoas ansiosas, e outras que são aventureiras. Entidades oportunistas tiram partido disso. Se eu quero ver você sofrer e eu sei que você é ansiosa, eu direi:
-          Xiii! Com este temporal que vai acontecer, eu acho que as pessoas da rua não vai chegar em casa.
Você que tem parente na rua começa a se desesperar. Mas é só para lhe ver sofrer. São Espíritos que forjam estas situações ridículas. E há outros que querem tirar proveito, dizendo:
-          Se você pagar "tanto" ali na esquina, isso não vai acontecer.
-          Se você deitar 7 vezes no chão por dia, isso não vai acontecer.
Fazem isso para zombar de você. São os Espíritos que chamamos na Doutrina Espírita de zombadores ou zombeteiros, eles tiram proveito disso.
Então, se nós estamos lidando com inteligências desencarnadas, junto à inteligências encarnadas, nós tanto vamos encontrar aquelas que são do Bem, buscando o Bem pelo Bem, como encontraremos aquelas que tiram partido.

E como podemos diferenciar as mensagens do Bem e as do que não são do Bem?
Raul Teixeira: Pela lógica. Nós estamos desacostumados a pensar. Nós estamos acostumados a acreditar. Somos pouco criteriosos. Jesus pediu para que fossemos "mansos como as pombas, mas prudentes como as serpentes". E nós somos mansos como as pombas e nos esquecemos de ser prudente como a serpente.  E tudo que os outros dizem, nós acreditamos. Vejamos que na idade média, a religião tradicional dizia para o povo que o mundo ia acabar. E o povo saía entregando as fazendas, as cabras, as casas, para a religião dominante. Mas, se o mundo ia acabar, porque a religião recebia? E ninguém refletia sobre isto? Mostrando como somos tolos. Temos que pensar no que está sendo apregoado, se faz sentido. E na maioria das vezes, veremos que são coisas ridículas. E os zombeteiros tiram proveito disso, enquanto nós nos conformamos dizemos que isso é das religiões. 
Então, lembremos que, as previsões são os registros capitados pelos profetas (médiuns). Estas previsões sofrem modificações pelas interpretações que correspondem a sua cultura, sua maturidade intelectual e/ou experiências religiosas, o que torna sempre vulnerável a veracidade de tais comunicações. Sem deixarmos de lembrar que os Espíritos Nobres nunca tem o objetivo de amedrontar, de impor, de nos modificar à força, mas, ao contrário, estão sempre dispostos a sugerir, a orientar, a propor sem nada exigir.


 Compilação de Rudymara retirado de uma entrevista feita por Yasmin Madeira com J. Raul Teixeira

PAIS NO UMBRAL - Chico Xavier.

CHICO XAVIER DÁ CONSELHO AOS PAIS

"Várias vezes visitei com Emmanuel e André Luiz, as regiões do Umbral... Não vi por lá uma criança sequer, mas pude observar muitos pais que se responsabilizaram pela queda dos filhos - mais pais do que mães!..."

Por isso, os pais devem lembrar que a paternidade é sem contestação possível, uma verdadeira missão. É ao mesmo tempo um grandíssimo dever e que envolve, mais do que pensa o homem, a sua responsabilidade quanto ao futuro. Deus coloca os filhos sob a tutela dos pais a fim de que estes o dirijam pela senda do Bem. Para que eles(as) sejam pessoas de Bem no futuro, construindo um mundo melhor.
 
(questão 582 de O Livro dos Espíritos)

FANTASMAS EXISTEM?




Como Kardec escreveu na  Revista Espírita, julho de 1860  "A crença nos fantasmas é universal; ela está fundada sobre a intuição que as pessoas têm na existência dos Espíritos e na possibilidade de comunicar-se com eles. Assim, todo Espírito que manifesta a sua presença, seja pela escrita de um médium, seja simplesmente batendo sobre uma mesa, é um Espírito sob o nome de fantasma. Em geral, são representados sob um aspecto lúgubre (sombrio), vindo de preferência à noite, e sobretudo nas noites mais sombrias, em horas fatais, em lugares sinistros, cobertos de lençóis ou bizarramente vestidos. O Espiritismo nos ensina, ao contrário, que os Espíritos podem se mostrarem em todos os lugares, a toda hora, de dia tão bem quanto à noite; que o fazem, em geral, sob a aparência que tinham quando vivos, e que só a imaginação cria fantasmas; estes Espíritos, longe de ser temíveis, são, freqüentemente, parentes ou amigos que vêm a nós por afeição, ou Espíritos infelizes que podem ser assistidos; algumas vezes, são farsantes do mundo Espírita que se divertem às nossas custas e se riem do medo que causam; concebe-se que, com estes, o melhor meio é rir deles e provar-lhes que não se tem medo; de resto, limitam-se, quase sempre, a fazerem barulho e raramente se tornam visíveis. Infeliz daquele que toma a coisa a sério, porque então redobram as suas travessuras (...) Mas supondo-se mesmo que seja um mau Espírito, que mal poderia ele fazer, e não se teria cem vezes mais a temer de um bandido vivo que de um bandido morto e tornado Espírito! Aliás, sabemos que estamos constantemente cercados de Espíritos, que não são diferentes daqueles que se chamam fantasmas senão porque não são vistos (...) Conhecemos bom número de pessoas que tinham um grande medo dos fantasmas; hoje que, graças ao Espiritismo, elas sabem o que eles são, seu grande desejo seria vê-los. Conhecemos outros que tiveram visões com as quais muito se amedrontaram; agora que compreendem, com isso não são de nenhum modo tocados. Conhecem-se os perigos do mal do medo para os cérebros fracos; ora, um dos resultados do conhecimento do Espiritismo esclarecido é precisamente o de curar esse mal, e aí não está um dos seus menores benefícios.



Observação: O programa "Fantástico" vem falando de “fantasmas” pelo apresentador Tadeu Schmidt e pelo mágico Kronnus, onde o quadro investiga lugares supostamente mal-assombrados. O programa quer deixar claro que fantasmas não existem, sem questionar a existência de espíritos. Alguns espíritas e espiritualistas, indignados com um só lado da visão, protestaram e, o programa resolveu trazer espíritas para colocar seu ponto de vista.

CASA MAL-ASSOMBRADA NA VISÃO ESPÍRITA.



CASA MAL-ASSOMBRADA DA FAMÍLIA FOX: Em 32 de março de 1848, em Hysdesville, perto de Rochester, Nova York (EUA), duas irmãs, Katherine e Margaret Fox, com idades de 11 e 13 anos, alegavam que ouviam sons de pancadas inexplicáveis que partiam de um cômodo da casa onde moravam. As meninas, diante de tanto barulho, ficavam tão alarmadas que não queriam mais dormir sozinhas. Os fenômenos eram mesmo estranhos. Sua mãe teve então a idéia de fazer algumas perguntas, cujas respostas foram dadas por meio de pancadas (uma pancada significava “sim” e duas “não). Um vizinho ajudou com a genial idéia de usar o alfabeto. Estava, assim, estabelecida a telegrafia espiritual, naquela memorável noite de 31 de março de 1848. Nove anos antes de o Espiritismo aparecer (18 de abril de 1857). As respostas que vieram através das pancadas, eram de um Espírito cujo nome era Charles B. Rosma. Ele era mascate e foi assassinado, havia cinco anos, pelo antigo inquilino daquela casa, e que seu corpo se encontrava sepultado no porão. Cinquenta e seis anos mais tarde, isto é, em 1904, encontrou-se o esqueleto de um homem na parede da casa que fora ocupada pelos Fox.
 
Observação de Luiz Paulo Domingues: Quando o assunto gira em torno de lugares mal-assombrados, a imaginação das pessoas costuma “voar alto”. Quem nunca ouviu uma história arrepiante de barulhos no meio da noite, objetos que se movem sozinhos ou aparições do outro mundo? De boca em boca, esses "causos" vão ganhando grandes proporções e, às vezes, chegam a parecer pura ficção.
A ciência analisa o tema de maneira cética, não aceitando a existência de acontecimentos "sobrenaturais". O espiritismo, por sua vez, afirma que esses fenômenos são, além de reais, perfeitamente explicáveis. As opiniões se dividem, mas em um ponto quase todo mundo concorda: as chamadas assombrações rendem ótimos relatos, daqueles que não queremos parar de ouvir, principalmente quando estamos em uma boa roda de amigos.
O espiritismo explica de forma natural e realista esses estranhos acontecimentos. Antonio Carlos Amorim, diretor de doutrina do Centro Espírita Luis Ismael, em São Paulo, garante que não existem fenômenos sem explicação. O que as pessoas chamam de assombração seriam apenas espíritos desencarnados que ainda estão presentes e reagindo a um ou mais ambientes materiais.
“Geralmente, são espíritos de pessoas que viveram no local ou eram muito ligadas àquele ambiente”, explica Amorim. “Alguns têm consciência de que estão se manifestando, outros nem sabem que desencarnaram e tentam a todo tempo se comunicar, pois não entendem sua nova condição”, diz.
Amorim fala que, ao tentar sem sucesso comunicar-se com pessoas que frequentam um ambiente, o espírito pode ficar irritado e provocar fenômenos que assustam as pessoas, como fazer um copo cair, por exemplo. “Mas não se trata de uma ‘assombração’, com o sentido maléfico que as pessoas emprestam a esses eventos. Existem espíritos que tentam provocar o mal, mas a maior parte dos casos é apenas de manifestações que visam à comunicação e ao autoentendimento”, diz.
Ainda segundo o Amorim, essas manifestações mais assustadoras reduzem-se muito em ambientes onde as pessoas são boas e morais. “Boas pessoas costumam atrair espíritos mais esclarecidos”, avisa. 

O ALCOÓLATRA E O ALCOÓLICO SÃO SUICIDAS.



O JORNAL DA BAND abordou um tema delicado, polêmico e muito atual: o consumo irresponsável de bebida alcoólica. O jornal falou de um vício socialmente aceito que afeta vinte milhões de brasileiros e mata mais do que doenças como a AIDS: o alcoolismo.
Nos últimos vinte anos cresceu consideravelmente o número de jovens que consomem bebida alcoólica. E o que é pior, eles começam cada vez mais cedo, muitas vezes a partir dos 12. Entre os 18 e 24 anos, quase vinte por cento dos brasileiros apresentam algum grau de dependência alcoólica.
O risco começa no primeiro gole: especialistas afirmam que os jovens aprendem a beber em casa. Além do exemplo dos pais, a herança genética contribui em até 40% para o alcoolismo.
As mulheres aumentam as estatísticas. Doze por cento das que consomem álcool com frequência, bebem mais do que os homens.
E o alcoolismo também existe no mundo do futebol. A série contou a história de jogadores que foram derrotados pelo álcool e o que os grandes clubes fazem para conscientizar futuros craques sobre os riscos do excesso de bebida.

 
OBSERVAÇÃO: O álcool reduz a resistência física, diminui o tempo de vida e, por isso, o seu praticante é considerado um SUICIDA pela lei divina. Como disse Joanna de Ângelis no livro "Dias Gloriosos": "Todo corpo físico merece respeito e cuidados, carinho e zelo contínuos, por ser a sede do Espírito, o santuário da vida em desenvolvimento."
Há também uma questão esquecida: cada garrafa de bebida que adquirimos ajuda a sustentar a indústria que mata mais gente e destrói mais lares do que uma guerra. Um seareiro de Jesus não deveria compactuar com isso. O alcoolismo deve ser encarado, nos casos profundos, como uma doença orgânica. Há indivíduos que começam com pequenos goles, buscando na bebida um estado de liberação das suas tensões e, muitas vezes, encontram mais tarde, uma dependência com dores e aflições. Pois o alcoólatra, não destrói somente a si mesmo. Destrói também a família. Arrasa o pobre coração materno. Dilacera os laços conjugais. Estraçalha as esperanças dos filhos. O seu lar é de desarmonia, de desassossego, numa instabilidade emocional constante. O alcoólatra, muitas vezes, é alvo de violência, é causador ou indutor de crimes (no lar, no trânsito, no bar, etc.), o qual poderá ter como conseqüência a prisão, o manicômio ou mesmo o túmulo precocemente, às vezes por obsessão.
As propagandas mostram, ilusoriamente, que bebida alcoólica une as pessoas, as tornam mais alegres, festivas, interessante e atrae pessoas bonitas ao seu lado. Que depois do trabalho o melhor não é voltar para casa, estar com a família, é ir para um bar e espairecer com os amigos. Usam a mesma imagem que passaram do cigarro no passado. Quantos males seriam evitados! Quantas dores não aconteceriam! Quantos problemas seriam resolvidos se o alcoolismo das conversas vazias de fim de expediente, de fúteis reuniões sociais, de preguiçosos fins de semana fosse substituído pela visita ao enfermo, pelo atendimento ao necessitado, pelo estudo edificante, pela participação na atividade religiosa. Os que assim agem não precisam de drinques para experimentar alguma descontração ou passageira euforia, porque há neles aquela vida abundante a que se referia Jesus. Aquela força divina que vibra em nossas veias quando nossa mente se povoa de ideais e nosso coração pulsa ao ritmo abençoado do serviço no campo do Bem.
Quem diz: "Um golinho não faz mal" ou "Beber de vez em quando não faz mal", está se basendo em que para afirmar isso? Na Ciência ou no seu vício? Afinal, a Ciência já deu provas do malefício do álcool para o corpo físico e para a sociedade em geral. Se drogas, em geral, fosse bom, não haveria centros de recuperação, reuniões de dependentes químicos, etc. Então, usemos a razão antes de usarmos a paixão.

BEBIDA ALCOÓLICA NÃO AFETA SÓ O FÍGADO


Esta droga liberada (este veneno) produz sérias conseqüências à saúde física como: irritação na mucosa gástrica e duodenal, levando o paciente à úlcera. Ela irrita as mucosas do esôfago e do estômago, causando a esofagite, gastrite e diarréia; nosso cérebro é afetado após a ingestão da segunda dose; o pâncreas, 25% dos pacientes acometidos de alcoolismo agudo exibem evidências reais de pancreatite, ou seja, de lesões no pâncreas inflamado. E quando o pâncreas está alterado pode ocasionar a diabetes; o álcool também determina depósitos de gordura nas artérias, ocasionando a terrível arteriosclerose, que leva o paciente à angina de peito, uma dor insuportável produzida pela diminuição da circulação sangüínea no miocárdio, o músculo nobre do coração; na esfera do sistema nervoso o álcool ocasiona derrames cerebrais, paralisias, gota, alterações do comportamento, até mesmo a loucura mais completa; os rins são responsáveis pela filtração final do etanol, de apenas 6% da substância. Mas quando abusamos das bebidas, o etanol altera a capacidade dos rins de filtrar as substâncias do nosso corpo, causando uma alteração dos hormônios que controlam a pressão arterial, o que culmina em hipertensão arterial; como o sangue passa pelos pulmões para efetuar as trocas gasosas, o etanol deixa as trocas gasosas mais lentas, pois os pulmões recebem um sangue muito sujo. O resultado disso é uma respiração mais lenta, fazendo a pessoa sentir dificuldades para respirar. É por isso também que o bafômetro capta o álcool ingerido, que ainda está circulante; o órgão responsável por metabolizar o álcool é o fígado, e ele só metaboliza em média uma dose de bebida alcoólica por hora - entenda uma dose como uma lata de cerveja (360ml), uma taça de vinho (100ml) ou de destilado (40ml). Portanto, se tomarmos seis latas de cerveja, por exemplo, nosso fígado irá levar seis horas para metabolizar todo o álcool presente em nosso corpo. E, enquanto o fígado metaboliza a primeira latinha, o resto do álcool fica circulando no sangue e intoxicando, causando alterações e danos em diferentes órgãos. O álcool "força" o trabalho do fígado que passa a produzir mais enzimas para metabolizar o etanol e isso culmina com uma inflamação crônica e hepatite alcoólica, podendo evoluir para cirrose.
bebida alcoólica, já por si é altamente prejudicial, mas às vezes, ela se torna mais prejudicial, porque é criminosamente adulterada. Nos uísques falsificados, aguardentes precocemente envelhecidas e cervejas mal pasteurizadas, os exames químicos denunciam substâncias estranhas diversas: iodo, óxido de ferro, arsênico, chumbo, corantes nocivos, sódio e potássio. E, temos também, um agravante invisível. O bebedor inveterado geralmente (senão sempre), é assediado por terríveis obsessores que lhes compartilham a mesa do lar, do bar elegante ou o balcão da tosca imunda.
Muitas doenças que aparecem no decorrer da nossa vida são resultados dos abusos do álcool. Então, quando alguém diz: "Viu, fulano bebia muito, mas morreu de infarto!" ou "Fulano bebia muito, mas morreu de pancretite!", porque quer defender a bebida alcoólica, para justificar seu vício alcoólico, saiba agora que, esta droga não desenvolve apenas cirrose, ou seja, ela não afeta só o fígado. 

OBSERVAÇÃO: Nós precisamos frisar sempre três pontos importantes:
1º) O álcool reduz a resistência física, diminui o tempo de vida e, por isso, o seu praticante é considerado um SUICIDA. 

2º) Por isso, muitos de nós nascemos com certo órgão debilitado ou fragilizado. São abusos de outra encarnação. 
3º) Cada garrafa de bebida que adquirimos ajuda a sustentar a indústria que mata mais gente e destrói mais lares do que uma guerra. Um seareiro de Jesus não deveria compactuar com isso.



Compilação de Rudymara






MEDIUNIDADE NAS CRIANÇAS - J. Raul Teixeira


É muito comum a mediunidade em crianças. A doutrina espírita reconhece que muitos são os Espíritos que renascem com essa missão da mediunidade. Outras, até os 7, 8 anos de idade ainda estão mais no mundo espiritual que propriamente encaixadas na reencarnação. Por isso, elas vêem e ouvem seres de outra dimensão. Elas costumam ter amiguinhos invisíveis. Mas, após os 7, 8 anos desaparecem tais fenômenos. Se os fenômenos persistirem, cabe aos pais pensar em uma faculdade mediúnica a ser educada. Não numa mesa mediúnica, porque sua estrutura neurológica, psicológica, ainda lhe causaria sacrifício. Mas é importante que ela seja evangelizada, orientada, conduzida a compreender gradualmente o que se passa consigo. Explicar que o que ela está vendo não é demônio, não são Espíritos malignos obrigatoriamente, são seres de outra dimensão, da dimensão espiritual. De modo que, nós estamos encontrando este tipo de observação na nossa vida diária, como nos filmes (O Sexto Sentido), e isso vai popularizando o assunto. Como diz o antigo testamento "é o Espírito do Senhor sendo derramado sobre toda a humanidade, fazendo os jovens terem visões e os velhos sonhos..."

JESUS É SÓ PARA ADMIRARMOS?




Muitos falam do sacrifício que Jesus fez por nós. Mas, que  sacrifício estamos fazendo por Ele? Nós queremos que Ele atenda os pedidos que fazemos através da prece. E nós, estamos atendendo os pedidos que Ele fez e faz todos os dias há mais de dois mil anos?  Pedro negou Jesus 3 vezes, mas depois se arrependeu e O seguiu. E nós, quando faremos o mesmo? Por que temos facilidade em seguir o que ensina as novelas, a moda, as propagandas, enfim, o que a mídia nos impõe e temos dificuldade em seguir seus pedidos? Certa vez Ele disse a um homem: "segue-me..." e este respondeu que não podia porque tinha que enterrar seu pai. E nós? Qual a desculpa que damos a Ele nos dias de hoje? "Não posso, vou curtir a vida." "Não posso, vou ao churrasco." "Não posso, vou viajar." "Não posso, vou ao show de meu cantor predileto." "Não posso, não posso, não posso..." O Cirineu foi chamado pelos guardas a auxiliar o Mestre, que cambaleava abatido, mal suportando o peso da cruz. E nós? Seremos como o Cirineu, ou seja, esperaremos a vida (a dor) nos chamar para auxiliar os que caminham conosco neste mundo carregando cruzes pesadas? Seremos como a grande massa que apenas olha as pessoas passando por nossa vida, sofrendo com suas cruzes e, apesar de sentirmos compaixão, nada fazemos? Até quando ficaremos só admirando seu sacrifício e ensinamentos? Até quando daremos desculpas para não seguí-Lo? Até quando o reino da Terra irá se sobrepor ao reino do céu? Até quando os tesouros da Terra serão mais importantes que os tesouros do céu? Até quando faremos corpo mole e daremos a desculpa que "a natureza não dá saltos"? Pensemos nisso! Principalmente nós espíritas, "a quem muito foi dado......"


 Rudymara

SUICÍDIO POR AMOR.



No livro O Céu e o Inferno, de Allan Kardec, 2ª parte, capítulo V, há um relato de uma mãe que suicidou-se logo após a desencarnação de seu filho. Sua intenção era acompanhá-lo. Mas não aconteceu o esperado:


Em março de 1865, um jovem de 21 anos de idade, que estava gravemente enfermo, prevendo o desenlace, chamou sua mãe e teve forças ainda para abraçá-la. Esta, vertendo lágrimas, disse-lhe: "Vai, meu filho, precede-me, que não tardarei a seguir-te". Dito isto, retirou-se, escondendo o rosto entre as mãos.
Morto o doente, procuraram-na por toda a casa e foram encontrá-la enforcada num celeiro. O enterro da suicida foi juntamente feito com o do filho.
Quando evocaram o rapaz, este disse que sabia do suicídio da mãe, e que esta, retardou indefinidamente uma reunião que tão pronta teria sido se sua alma se conformasse submissa às vontades do Senhor. Disse ele: "Pobre, excelente mãe! Não pôde suportar a prova dessa separação momentânea . . ." e aconselhou: "Mães, que me ouvis, quando a agonia empanar o olhar dos vossos filhos, lembrai-vos de que, como o Cristo, eles sobem ao cimo do Calvário, donde deverão alçar-se à glória eterna."


Quando  evocaram   a   mãe, esta   gritava:  "Quero   ver   meu  filho . . ." Quero-o, porque  me pertence! . . ." ". . .  Nada vale o amor materno? Tê-lo carregado no ventre por nove meses; tê-lo amamentado; nutrido a carne da sua carne; sangue do meu sangue; guiado os seus passos; ensinado a balbuciar o sagrado nome Deus e o doce nome mãe; ter feito dele um homem cheio de atividade, de inteligência, de probidade, de amor filial, para perdê-lo quando realizava as esperanças concebidas a seu respeito, quando brilhante futuro se lhe antolhava! Não, Deus não é justo; não é o Deus das mães, não lhes compreende as dores e desesperos . . ." ". . . Meu filho! Meu filho, onde estás?"


Esta mãe, buscou um triste recurso para se reunir ao filho. O suicídio é um crime aos olhos de Deus, e devemos saber que as Leis de Deus punem toda infração. A ausência do filho é a punição desta mãe. Não quer dizer que este filho está perdido para todo sempre, é certo que ela tornará a vê-lo, mas é preciso merecê-lo pela submissão à vontade de Deus, ao passo que a revolta poderá retardar indefinidamente esse momento. A morte (de um filho, mãe, pai, etc), é uma prova à nossa resignação. Como pretendemos que Deus recompense os filhos rebeldes?  



Compilação e resumo de Rudymara